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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Viver ou juntar dinheiro?
Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.
Lá vai:
"Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.
Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!
Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".
Carta de um ouvinte da Rádio CBN para Max Gehringer.
"Não eduque o seu filho para ser rico,
eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas,
não o seu preço."
terça-feira, 18 de maio de 2010
O Sucesso consiste em não fazer inimigos...
O Sucesso consiste em não fazer inimigosNas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.
Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para
sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor
que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais
cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita
cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita
se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar
Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar
alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida,
você ainda se lembra disso em 2007.
Regra número 2: A importância de um favor diminui com
Regra número 2: A importância de um favor diminui com
o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta.
Favor é como um investimento de curto prazo.
Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.
Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3: Um colega não é um amigo.
Regra número 3: Um colega não é um amigo.
Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo,
parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor
amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar como você
amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar como você
está e sempre reclama porque sumiu. Ex-colega que parecia
amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma
coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão
de que fez um milhão de amigos, na verdade colegas e
apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é.
A Lei da Perversidade Profissional diz que, no futuro,
quando você precisar de ajuda, é possível que quem
mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles
poucos amigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a
longo prazo, o sucesso consiste, principalmente,
em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos
inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.
E segundo ditado popular (bem popular mesmo):
"Os amigos vem e vão, os inimigos se acumulam..."
Max Gheringer.
"Os amigos vem e vão, os inimigos se acumulam..."
Max Gheringer.
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