“É a vida doida, a vida vidinha. Luto de um lado, celebração festiva do outro, dor, prazer, alegria, tristeza, desânimo, estresse e o pardalzinho ciscando em cima do muro e a relva orvalhada, o coração faminto pela beleza. Não se acabam: o desejo de um rosto, uma voz, uma comida especial, o medo da morte, o pensamento de como deve ser a cara de Deus, culpa, desolação e consolação. Tudo simultâneo no planeta, mais a crença e a descrença de que quem nos criou nos ama e nos aguarda com a mesa posta. E tudo o que não disse e que não cabe aqui...O mistério.”